Design
Todos os posts da categoria Design
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Postado por Beto Vieira em 09/05/2006
Tags: Design, Web

O evento, que já está na sua 11º edição e passará por mais de oito cidades, deu seu pontapé inicial no Rio de Janeiro, no último sábado, dia 06.05. O público, que compareceu em peso, pode ver boas - e porque não! - grandes palestras de Felipe Memória, Marcela Catunda, Fabio Seixas e Luli Radfahrer. Veja as fotos no site do encontro.
Postado por Beto Vieira em 28/04/2006
Tags: Design
Eu estava curtindo minha semana santa em Teresópolis, em uma casa… Que casa??? Casarão, isso sim! Muito fo&@, casinha é um modo carinhoso de dizer que tinha uma big infra na parada, com piscina, salão de jogos, campos de futebol e de vôlei, salão de dança, academia e rolava até um karaokê, com muita cerva e comida. A felicidade se resumia em um joguinho de cartas com os amigos no fim de uma tarde de sol, mesmo sabendo que todo aquele paraíso estava doidinho para ser explorado. E esse era só um tipo de felicidade, pois existem vários tipos de felicidade: existe a felicidade idiota, a felicidade de espírito, a felicidade descontrolada, assustada, curiosa e a nossa felicidade que era estarrecedora, exuberante e perplexa. Fui convidado para o paraíso por uma nova amiga. Na verdade, ela é a namorada do irmão do namorado da amiga da minha senhora. Era seu aniversário e ela já faz isso há cinco anos, reunindo a maior cabeçada.
Mas, entre boas vibrações, paz, felicidade, reinava também uma dúvida e um grande mistério dentro da minha cabeça. No primeiro contato com outras pessoas, sempre sou meio na minha, pé atrás, arredio e, às vezes, anti-social. Acho que um extraterrestre teria grande dificuldade para fazer contato comigo, não que eu seja uma pessoa difícil de lhe dar, eu às vezes duvido que exista vida em outro planeta. Se fosse um E.T., também viria morar na Terra, essa é a melhor resposta para constantes invasões, mas depois de uma troca de idéias, decido se vou me sentir à vontade ou vou ter enorme repulsa pela criatura.
A grande questão que pairava sobre minha cabeça, exatamente do lado esquerdo, próximo a uma das entradas capilares, é que essa galera toda me chamava pelo meu nome, que ia da moça que fazia o almoço até o churrasqueiro e a arará azul e amarela que ficava solta na árvore. Isso é muito estranho, não só pela arara, mas pelo fato de não conhecer a maior parte da galera, me senti como uma ilha cercada por pessoas. Aí, você me pergunta: “Beto, o que você está querendo dizer com tudo isso? Como elas podem te conhecer e sorrirem para você como se fossem os mais novos amigos de infância? Você sabe como isso aconteceu?”.
Pense no seu site, no seu trabalho e em você. Você diz: “O que eu posso fazer para aparecer, para que as pessoas conheçam os meus trabalhos e saibam que eu sou muito legal e um bom profissional?”. Porque apresentar excelentes trabalhos, ser rico nos detalhes e no acabamento, não faz de você uma pessoa super-requisitada pelo mercado. Você precisa de sorte também e saber das ferramentas para divulgar o seu talento. Pense em e-mail marketing, novas abordagens, seja ousado quando tiver que ser, porque você sabe como deve agir quando estiver dentro, mas e para chegar até ela? O que fazer para se tornar conhecido? Como posso ganhar na mega sena se eu não aposto, como posso saber se aquela garota gosta ou não de mim? E por que eu não sou o novo ídolo do Brasil?
Ah, você quer saber como as pessoas me conheciam na festa que eu fui? A amiga da minha senhora falou que eu era cantor e que abri um show pro Cidade Negra. Na verdade, foi para O Rappa e nem fui eu, foi a minha ex-banda, na Fundição Progresso. Quando as pessoas querem acreditar nas coisas, elas acreditam e ninguém tira isso da cabeça! Por isso, se você não tem uma amiga que venda o seu peixe, bole outros caminhos.
Postado por Luis Rocha em 17/04/2006
Tags: Design
O tradicional e combalido Jornal do Brasil revelou, no domingo de Páscoa, a nova versão de seu produto impresso. Hoje, seria a vez de seu site apresentar um novo desenho. Acessei o www.jb.com.br, por volta das 09h30, e aparecia a seguinte mensagem:

Pois bem. Algumas horas mais tarde, achei que o “faltam poucas horas” seria cumprido. Que nada! São exatamente 23h05 (hora que escrevo este post) e até agora “necas-de-pitibiriba” da nova versão do JB Online. Isso me remete aos áureos, jurássicos e não tão distantes tempos dos “sites em construção”, lembram-se?
Postado por Beto Vieira em 30/03/2006
Tags: Design
O nome das pessoas desta história foram alterados, não por motivos de sigilo, segurança ou outro qualquer, eu realmente esqueci deles, por isso optei por batizá-los com outros nomes.
Estava em um daqueles enterros que muitos carinhosamente chamam de casamento. Os nomes das vítimas eram Peter e Mary, amigos de uma amiga. Era mais um desses casamentos modernos que acontecem só no civil, livrando a cara de muitos das intermináveis horas de cerimônia, que mais parece uma fórmula 1 onde só o piloto se diverte, porque quem vê ainda acha um saco, eu acho! O casamento foi só no civil e apenas para chegados, eu não sou! Sobrou para o restante a festa em si. Com essa atitude ganharam 2 pontos.
Eu já estava no salão posicionado em uma das intermináveis mesas com flores decorativas e, entre alguns comentários maldosos sobre as vestimentas dos outros, pude perceber que já se passavam mais de 40 minutos e nada das duas pessoas mais importantes desta festa aparecerem. Os minutos foram se transformando em horas e o tic-tac do relógio me perturbava como se amplificados mil vezes em um daqueles aparelhos japoneses que se vende muito por aí.
Olhava para a porta e nada, esperava ansioso por eles, só a sua presença poderia me acalmar sendo o ponto fundamental. Pensei: “Eles são uma união perfeita”. Meus olhos brilharam ao vê-los! Finalmente, após 41 minutos e 32 segundos, eles entraram por entre uma fumaça de gelo seco e uma trilha sonora de algum artista pop romântico antigo: são eles, os garçons, os que servem a cerva e os que servem os salgados, eles são perfeeeeeeiiiitttttoooos!!!!!
Depois de algumas horas, bem mais alcoolizado e ambientado, pude curtir e perceber como estava excelente o atendimento, a reposição, a troca das cervas e os salgados sempre fresquinhos e gostosos. Ganharam mais 3 pontos.
Gosto de usar essas analogias e metáforas, isso é muito legal e nos traz para um mundo mais real. Uma boa usabilidade não é percebida e um belo design também, e possíveis erros não são reconhecidos quando tudo funciona. Em alguns casos, dependendo do atendimento, ele supera, às vezes, a própria comida, é claro que a comida conta! Ou seja, usabilidade e design são um casamento perfeito que sempre tem que andar juntos.