Ao som de: Novos Baianos, “Acabou Chorare”, e Ludov, “Dois a Rodar”

Em tempos digitais, conseguimos movimentar e-dinheiro, entregar o Imposto de Renda on-line, conversar com amigos nos mais diversos cantos do mundo etc. Os avanços são inegáveis, sem contestação. Mas tenho reparado que, apesar de todo o avanço, a tecnologia ainda não conseguiu contribuir para a evolução do nível educacional das pessoas.

Nos últimos tempos, tenho reparado que de nada adianta o sujeito aprender a ler. A educação precisa ir além: a chave para a nossa evolução passa muito mais pelo ensino focado na interpretação de conteúdos (e da nossa própria existência). Hoje, descobri um belo exemplo sobre esse cenário na parte de comentários existente no blog do Fred Amstel, o Usabilidoido.

Em um post sobre a ferramenta on-line para simulação de tintas de cabelo, criado pela Seda - onde Fred aponta um exemplo de uso da Rich Internet Application (RIA) -, dos 15 comentários deixados, adivinhem, 13 perguntam sobre qual seria a melhor coloração para o cabelo?!?

Ou seja, será que, na verdade, a tecnologia está contribuindo para a formação de uma geração de analfabetos e-letrados?