May 2006
Maandelijks archief.
Maandelijks archief.
Postado por Beto Vieira em 29/05/2006
Tags: Outros

O mundo, que já é redondo por natureza, se rendeu as bolas, vivendo esse clima de Copa do Mundo e Brasileirão. Fomos totalmente dominados pelo assunto, são milhares de revistas, álbuns de figurinha, programas de TV, roupas, bebidas e balas (doces). E, como eu não poderia ficar para trás no tema, estou divulgando um site que é um colírio para os nossos olhos, um projeto do Felipe Memória, As Musas do Brasileirão (foto). Vote na sua musa e, se não quiser votar, vale a pena o acesso.
Além disso, os jornalistas Ledio Carmona e Gustavo Poli lançaram o Almanaque do Futebol. Eles tabelaram o assunto de forma agradável, trazendo dados curiosos sobre a redondinha e as suas quatro linhas mais faladas em bares, esquinas e grupinhos em festas de casamento. Como um grande estádio, os torcedores podem ver curiosidades sobre o seu time e a Copa. E o legal é que eles montaram times fictícios só com nome feios, com Zé, animais e outros. Vale a leitura ou guardar para mostrar para o filho ou neto.
Por último, mas não tão menos importante, no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) do Rio de Janeiro, rola a exposição “Futebol: Desenho sobre fundo verde“, até o dia 09 de julho. Serão seminários, palestras, obras de artistas brasileiros e alemães, além de instalações, como a simulação de traves da entrada do museu. Quem for, poderá tentar marcar um gol com a bola de espuma. Outra instalação que promete divertir é a mesa de totó sonoro com carinhas de jogadores do Brasil e da Argentina.
Postado por Eric Nascimento em 28/05/2006
Tags: Tecnologia, Web
O modelo atual de computadores que temos hoje será totalmente modificada em muito pouco tempo. Em breve, os desktops atuais serão apenas caixas vazias. Não precisaremos mais de gigabytes e terabytes de espaço em HD, não precisaremos saber se o sistema operacional que eu uso é MAC OS, Windows ou Linux.
Sabe por que? Porque tudo será baseado na web. Todos os programas funcionarão pela web ou diretamente no seu pendrive, como mostra o site PortableApps. Você não vai precisar ficar instalando centenas de softwares na sua máquina, o espaço do seu HD será ocupado com apenas o sistema operacional e a única coisa que você vai precisar ter é provavelmente um navegador web.
Cada vez mais vamos ver Softwares tornando-se Serviços na internet, programas que são baseados no PC, começam a migrar para serem baseados na web. Como por exemplo, o editor de texto Writely, editores de imagem como o PXN8 e o Pixoh, o Gliffy para fazer fluxogramas, wireframes…para que ter um Outlook da vida se você pode ver seus emails todos online com serviços como o do GMAIL? Enfim, exemplos dessa movimentação existem aos montes.
Tenho há muito tempo na cabeça esse conceito de “PC como uma caixa vazia”. Após testar os serviços do BOX.NET, tive coragem (de expressar minha opinião por aqui) e certeza de que estamos caminhando cada vez mais para isso. O BOX.NET é um site no qual você cria uma espécie de drive virtual inicialmente (free) com 1gb de espaço livre para você poder guardar o que quiser. O interessante é que, como ele dá suporte a tecnologia DAV, é possível adicioná-lo como sendo uma unidade virtual no seu PC.
Ou seja, como se fosse mais um HD, onde, por exemplo, no Windows Explorer, você poderia arrastar e soltar os seus arquivos para lá. Você poderia abrir um arquivo diretamente de lá, um documento de texto, uma foto, uma planilha, enfim… E o melhor: isso a qualquer hora, de qualquer lugar, quando você quiser.
No futuro, todos os nossos arquivos estarão na web! Acessar seus arquivos do trabalho ou de casa é a mesma coisa, você estará se conectando para o mesmo lugar, acessando um único arquivo, sempre. Você não terá uma versão da sua planilha em casa, e uma mais atualizada no trabalho e depois vai ficar pensando em qual arquivo que você mexeu por último…
Assim que as redes sem fio se expandirem, a velocidade de conexão da banda aumentar e você começar a usar a internet livre pelo celular, handheld, notebook, no meio da rua ou na praça, acessando seus arquivos que estarão na web, seu ipod conectará via wi-fi, acessará o seu servidor que contém as suas músicas ou vídeos… E pronto, você começará a usufruir de todas essas vantagens. Não precisaremos mais de 30 Gb em um ipod. Tudo estará baseado na web e o PC, como conhecemos hoje, será apenas uma caixa vazia.
Postado por Luis Rocha em 23/05/2006
Tags: Jornalismo
Ao som de: “Candidato Caô, Caô”, O Rappa
Se você quiser “quebrar a cabeça” para encontrar os caminhos de tal resposta, uma boa pedida envolve a leitura do livro “Técnica de Reportagem - Notas sobre a Narrativa Jornalística”, de Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari. É um livro antigo (datado de 1986), porém prático e que traz uma série de bons exemplos de reportagens.
Logo nos capítulos iniciais, os autores tratam de distinguir o que é notícia e o que é reportagem. Uma dessas passagens “fundiu minha cuca” e merece nossa reflexão. Acompanhem:
“Notícia é o que os jornalistas acreditam que interessa aos leitores. Portanto, notícia é o que interessa aos jornalistas.” - Ismael Herraiz
E vocês, o que acham? Analisando o conteúdo atual de jornais e revistas, pode-se afirmar que eles são realmente feitos para os leitores? Aos comentários!!
Postado por Beto Vieira em 23/05/2006
Tags: Design, Outros
Na manhã de domingo, como é de costume, sempre passo na banca do Pereira, o jornaleiro da esquina. Ele é um tipo de informante, bem como nos filmes policiais antigos, mas não gosta de ser chamado de jornaleiro, ele se vê como um banqueiro… Dono de banca é banqueiro, o senhor das informações, sabe tudo ou quase tudo sobre moda, esporte, viagens, finanças e curiosidades.
Pereira deve ter uns 43, mas com cara de 42 anos. É uma figura simpática quando tem que ser, ele se considera um protetor, como se cuidasse do bem estar mental das pessoas. Sua voz quase rouca, muito próxima de um pato com duas semanas de gripe, sempre solta algumas pérolas por de baixo do seu bigode safado, que mais parece uma das espécies de taturanas, mesmo sabendo que as taturanas não são safadas… São só esquisitas!
São poucas as situações que se pode tirar o Pereira do seu mar calmo e sereno: assuntos como injustiça, o timão perder, ficar sem a cerveja e a sogra, sendo que as duas últimas ele prefere gelada sobre a mesa! Acredito que só isso seja capaz de tirar ele do eixo. Eu acho engraçado quando as pessoas dizem que: “Ah! Eu nunca vi fulano de mau humor, sempre de bem com a vida”. Besteira, isso não existe, quem paga contas e tem que matar um leão por dia sabe como a vida é dura. A vida é triste como uma ilha cercada por um mar de ondas de felicidade e essas outras coisas tristes que se pode dizer depois que se sai de um velório. Bem, outra hora eu explico isso! (só vem na mente a banalização da violência e o domínio da bandidagem em SP). Bem, morre por aqui! - desculpe a expressão -.
Well, na manhã de domingo, como é de costume, eu estava na banca do Pereira e, como também é de costume, as pessoas me param na rua, me chamando de Bob Marley, Gilberto Gil, Cidade Negra, Djavan ou Denzel Washington, esse último é mentira. As pessoas me param para perguntar o que eu estou fazendo? Como é o meu estilo de criação? Como é o processo? Como se prepara uma salada, rápida e gostosa para dois? Apareceu um cara na banca do Pereira me perguntando coisa do tipo: como é a minha forma de criar? Beto responde: “Um elemento que eu não dispenso, e isso é comum em todos os meus trabalhos, e sempre será, é ouvir música, música, música…”.
MÚSICA É TUDO na vida das pessoas! Elas estão nos melhores e nos piores momentos, elas unem, separam, alegram e entristecem multidões, elas marcam uma época, ela tem esse poder. Eu acredito que a música influencia na criação, direta e indireta, usar ela como fonte de inspiração, como uma ferramenta de trabalho, enriquece e muito. Vamos lá, se eu quero criar um site clean, posso ouvir uma Marisa Monte (discos antigos), MPB, Los Hermanos, Jorge Ben Jor; se for um layout mais radical, Asian Dub Foundation, O Rappa, Janes Addiction, Audioslave ou Hip Hop; se for algo totalmente viajante, um Sublime, Ben Happer, Jack Johnson, Cold Play e vai por aí.
Eu separei alguns sons que eu estou escutando no momento, que realmente influenciam no meu trabalho porque música é tudo. Escuta essa:
Jack Johnson - CD’s: In between dreams e On and on / Up side down
Janes Addiction - CD: Strays (o último, mas não tão recente)
Paulinho Moska - CD: Tudo Novo de Novo
Sublime - Qualquer um dos CDs
The Black Eyes Peas - Pump it! / Don’t lie
Corinne Bailey Rae - música: Put your records on (vale ouvir todo o CD dessa cantora americana)
Armandinho - música: Desenho de Deus
Céu - CD: Céu (excelente cantora paulistana Maria do Céu, estilo Marisa Monte no começo)
FURTO - Flores nas Encostas
O Rappa - Pescador de Ilusões
Groove Armada - Superstylin’
Jeff Buckley - Cd: Grace
Audioslave - Out Of Exile
Ultramen - Dívida
Coldplay - CD: Panchuria
Rage Against the Machine - qualquer CD dos caras
Havana Blues - CD trilha sonora do filme Havana blues
Matisyahu - Youth
Finley Quaye - músicas: Even after all / Dice / Your Love Gets Sweeter
Essa é só uma pequena lista do que estou ouvindo no momento. O que você está ouvindo.
Postado por Luis Rocha em 22/05/2006
Tags: Design, Tecnologia
Ao som de: “Ventura” e “4″, Los Hermanos
Reza a lenda que o ensaio fotográfico da então melhor jogadora brasileira de basquete Hortência, para a revista Playboy, foi todo montado no Photoshop, utilizando pedaços do corpo de modelos diversas.
Para os mais novos, quem não se lembra das correções feitas nos ensaios de Leka do BBB e Juliana Paes? Pois bem, recentemente recebi um e-mail, que comprova os impressionantes poderes do Photoshop:
PS - a mensagem traz ainda as seguintes explicações: “Espere a imagem carregar, passe o mouse sobre a imagem para ver a diferença. Pode demorar um pouco, mas continue com o mouse em cima da foto. Será que agora dá para entender porque toda mulher fica linda na revista??? O efeito é do próprio Photoshop… Interessante!!!!”
Depois dessa, é bom o Ivo Pitanguy colocar suas barbas de molho!
Postado por Luis Rocha em 21/05/2006
Tags: Jornalismo, Web
Ao som de: Os Afro-Sambas de Baden e Vinícius
Essa é para quem gosta ou pratica o jornalismo: uma descrição - praticamente - exata do que faz um jornalista da web. E posso acrescentar, por experiência própria, que nunca um livro retratou tão bem o dia-a-dia de um webjornalista como esse! Estou falando do “Jornalismo Digital”, de Pollyana Ferrari, da Editora Contexto.
Abaixo, seguem os parágrafos em que a autora descreve a rotina de um jornalista da web. Detalhe: o último parágrafo foi o que mais me impressionou:
“…e garanto que o sufoco on-line é muito maior do que o da mídia tradicional - TV, jornais, revistas e rádio. Várias vezes ao dia começamos uma pauta do zero e também concluímos histórias inteiras em intervalos de horas ou mesmo minutos. Você percebe que está imerso no mundo virtual quando ao dirigir seu carro em direção ao supermercado, ouve pelo rádio a notícia de um acidente com um avião na pista do aeroporto, pára o carro, liga do celular para o plantonista da redação, dita a notícia que anotou naquele bloquinho sempre à mão, indica uma visita aos sites de trânsito para verificar se a área foi isolada, pede para pôr a nota no alto da tela, olhar a concorrência e preparar uns hipertextos sobre acidentes aéreos com o resumo dos mais graves nos últimos anos. Aproveita e solicita ao designer, que domina a tecnologia Flash, para criar um infográfico animado explicando o que aconteceu. E avisa que, se o assunto crescer, é só ligar que você vai correndo para a redação.
Imagine esse tipo de situação todos os dias. Você jamais se desliga do trabalho, mesmo quando está passeando no parque em pleno domingo. É um estado de alerta permanente. É viver ‘antenado’ com tudo, seja dentro do ônibus de retorno para casa ou mesmo no chopp com os amigos no sábado à noite. Isso é ser repórter web…”
Fonte: Jornalismo Digital - Pollyana Ferrari - página 14
Aproveitando: alguém ainda quer ser jornalista da web?? ![]()
Postado por Luis Rocha em 20/05/2006
Tags: Tecnologia, Web
Ao som de: Novos Baianos, “Acabou Chorare”, e Ludov, “Dois a Rodar”
Em tempos digitais, conseguimos movimentar e-dinheiro, entregar o Imposto de Renda on-line, conversar com amigos nos mais diversos cantos do mundo etc. Os avanços são inegáveis, sem contestação. Mas tenho reparado que, apesar de todo o avanço, a tecnologia ainda não conseguiu contribuir para a evolução do nível educacional das pessoas.
Nos últimos tempos, tenho reparado que de nada adianta o sujeito aprender a ler. A educação precisa ir além: a chave para a nossa evolução passa muito mais pelo ensino focado na interpretação de conteúdos (e da nossa própria existência). Hoje, descobri um belo exemplo sobre esse cenário na parte de comentários existente no blog do Fred Amstel, o Usabilidoido.
Em um post sobre a ferramenta on-line para simulação de tintas de cabelo, criado pela Seda - onde Fred aponta um exemplo de uso da Rich Internet Application (RIA) -, dos 15 comentários deixados, adivinhem, 13 perguntam sobre qual seria a melhor coloração para o cabelo?!?
Ou seja, será que, na verdade, a tecnologia está contribuindo para a formação de uma geração de analfabetos e-letrados?
Postado por Luis Rocha em 20/05/2006
Tags: Web
Olha, em tempos de Google pop-star, acho que, de primeira, a resposta seria um SIM certeiro! Mas, para analisar esse assunto, vou recorrer a um antigo exemplo citado no meu falecido blog “Só os Blogs expulsam os Demônios da Mídia”, que deixa no ar algumas dúvidas sobre uma afirmação tão categórica assim:
“Site sobre como fazer macumba para namorado voltar?”
O título acima não é mais uma brincadeira sem graça que faço com você, caro leitor. Posso dizer que esse é mais um “termo” maluco de busca que um usuário criou e acabou caindo por terras “sóblogueiras…”.
Ah, acabei descobrindo a piada ao consultar o relatório de estatísticas de acesso desse humilde blog. Agora, cá entre nós: é muito desespero usar o Google para tentar arrumar uma mandinga para trazer a(o) namorada(o) de volta, não é mesmo?
Observação: Só por curiosidade - alguém conhece um “Site sobre como fazer macumba para namorada(o) voltar?”
Observação 2: Depois dessa, estou pensando em criar um blog no estilo dos cartazes de mãe/pai-de-santo - “Blog traz a pessoa amada em três dias”…
Postado por Luis Rocha em 20/05/2006
Tags: Tecnologia
A Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF) do Brasil mantém um site relatando os dados sobre pirataria na internet (Web Pages Removidas, Usuários de Leilão Virtual Removidos, CDs em MP3 Apreendidos, entre outros) e no mundo físico (CDs destruídos, Depósitos e Lojas, Importadoras, entre outros).
A Associação alega que as principais consequências desse cenário, nos últimos cinco anos, foram: o fechamento de mais de dois mil pontos de venda de discos, a redução de cerca de 30% do número de funcionários das gravadoras, a diminuição de 50% no número de artistas contratados e a redução de 44% no número de lançamentos nacionais.
Por outro lado…
Em 2002, entrevistei o verborrágico Lobão para a finada revista eletrônica Fibiotônicos. Reproduzo abaixo algumas de suas respostas, que contradizem as alegações da indústria musical:
Depois da inédito e numerada idéia do CD “Lobão Manifesto - A Vida é Doce”, diversos artistas tentaram imitar seu projeto. Como você analisa o mercado musical brasileiro? (O engraçado é que nenhum desses artistas em banca tentou copiar a idéia de CD numerado)
LOBÃO: EXCELENTE OBSERVAÇÃO. A NUMERAÇÃO É UM TABU VIOLENTO NO SHOW BUSINESS BRASILEIRO E POR MAIS QUE SE DIGA QUE A PIRATARIA CONTINUARÁ COM O DISCO NUMERADO, HÁ DE SE SALIENTAR QUE A NUMERAÇÃO LEVARIA AS ESTATÍSTICAS A UM NÍVEL TOLERADO PARA A INDÚSTRIA. E SOMENTE, NESTE EXATO MOMENTO, O BOM SENSO E A PARCERIA COM O PÚBLICO PODEM SALVAR A INDÚSTRIA FONOGRÁFICA BRASILEIRA.
Você relacionou a pirataria de CDs com os preços altos e a falta de numeração do produto. Você sabe se os seus dois CDs lançados em bancas foram pirateados? (frequento o centro da cidade do RJ e nunca vi um CD seu em camelô)
LOBÃO: BEM, TENHO CONSCIÊNCIA DE QUE MEU GESTO ESTÁ GERANDO UMA SOLIEDADRIEDADE INCRÍVEL POR PARTE DO PÚBLICO. CHEGUEI A RECEBER E-MAILS, LOGO NO INÍCIO DO LANÇAMENTO DO “A VIDA É DOCE”, DIZENDO QUE COMPRARIAM O CD MESMO SEM OUVIR, POR SER UM MANIFESTO CONTRA AS DUAS PIRATARIAS: A PARAGUAIA E A OFICIAL. ENTÃO, JUNTE AS DUAS COISAS: UM PREÇO SUPER CONVIDATIVO POR PARTE DO PROJETO E UMA CUMPLICIDADE ATÉ A MORTE DO CONSUMIDOR, QUE TRANSFORMA EM SUCESSO ALGO CONSIDERADO HÁ POUCO TEMPO COMO UTOPIA QUIXOTESCA.
Postado por Eric Nascimento em 17/05/2006
Tags: Outros, Publicidade

Quarta-feira, estou indo para o trabalho e vejo uma interessante manifestação em frente a umas das agências da Ford em Niterói. O cliente insatisfeito com o seu Ford Fiesta, adesivou todo o carro e colocou uma placa em cima escrito: “Esse carro não sobe ladeiras”, além de distribuir folhetos explicando toda a sua trajetória de 6 meses reclamando com a agência. Em poucos minutos, uma equipe do SBT de reportagem apareceu para entrevistar o cliente.
Alguns meses atrás saiu no Blue Bus um outro cliente, da fabricante Citroën, também insatisfeito com o seu C3. Saiu pelas ruas do Rio de Janeiro com seu carro adesivado protestando. Veja Link.
Pesquisando sobre o assunto encontrei o site Nuncamais.net que tenta ajudar os consumidores insatisfeitos que queiram expor suas reclamações sobre qualquer marca ou fabricante.
O evento de hoje é uma ótima forma de manifestação que não tem preço, principalmente para as fabricantes. Reverter a imagem negativa propagada pela tv, internet, panfletagem e o boca a boca é que vai ser difícil.